Diz-me se és o meu reflexo, Oh fonte vulgar
Diz-me onde esconder a arma que eu soube enferrujar
Castro com castro edificas, eu castro o gesto a que incitas
Estátua de orgulho gelada sobre esta água parada
O vento de amanhã quando soprar desagregará o tempo presente
A memória da batalha clássica foi-se, a bandeira ser-me-à indiferente
Vim para devolver as cidades aos intoxicados da terra
Será nos gabinetes que se ditará a nova guerra
Sempre que fui combater rastejei pelo chão
Onde nem a beladona cresce tocando o musgo com a mão
Descarnado de alma, mas mantendo a calma
Dilacerado esforço em vão
O esforço de amanhã esfuma os viciados do controle
O cheiro a carne assada humana será uma recordação
Nem mais um soldado anónimo dormirá neste caixão
Sonhando arrogante com o nome da sua batalha final
[03:46.00]Diz-me se és o meu reflexo, Oh fonte vulgar
[03:46.00]Diz-me onde esconder a arma que eu soube enferrujar
[03:46.00]Castro com castro edificas, eu castro o gesto a que incitas
[03:46.00]Estátua de orgulho gelada sobre esta água parada
[03:46.00]O vento de amanhã quando soprar desagregará o tempo presente
[03:46.00]A memória da batalha clássica foi-se, a bandeira ser-me-à indiferente
[03:46.00]Vim para devolver as cidades aos intoxicados da terra
[03:46.00]Será nos gabinetes que se ditará a nova guerra
[03:46.00]Sempre que fui combater rastejei pelo chão
[03:46.00]Onde nem a beladona cresce tocando o musgo com a mão
[03:46.00]Descarnado de alma, mas mantendo a calma
[03:46.00]Dilacerado esforço em vão
[03:46.00]O esforço de amanhã esfuma os viciados do controle
[03:46.00]O cheiro a carne assada humana será uma recordação
[03:46.00]Nem mais um soldado anónimo dormirá neste caixão
[03:46.00]Sonhando arrogante com o nome da sua batalha final