歌手资料
Lê Almeida
英文名:
性别:男
国籍:
出生地:
流派:
生日:
星座:
身高:
体重:
简介:
Guitarras altas e saturadas podem soar deslocadas junto com melodias pop, mas não para o carioca Lê Almeida. Rodando por cidades como Juiz de Fora, São Paulo, Brasília, Cruzeiro, Belém, Maceió, Belo Horizonte e Porto Alegre, entre outras. Lê grava seus discos de modo caseiro e distribui via Transfusão Noise Records, gravadora que fundou no inicio de 2004 e que produz grande parte dos discos e toca em algumas bandas, além de trabalhar com colagens e projetos gráficos em diversas capas.\nA partir do single Fique Bem Com Dropes Halls, de 2007, o músico começou a lançar as primeiras gravações lo-fi creditadas em seu nome (anteriormente usava o nome Coloração Desbotada). Ainda em 2007, Loufailândia foi lançado e muito bem recebido em alguns meios especializados. Foi a partir de Loufailândia que Lê passou a integrar também o cast da Midsummer Madness. No fim de 2007, Lê começou a fazer apresentações ao vivo acompanhado por amigos de outras bandas. Em 2008 saiu o single Querida Deal (com referência a Kim Deal) e aconteceu o primeiro show fora do Rio (Araraquara\u002FSP).\n2009 foi um ano agitado. Em maio saiu o EP REVI, que meses depois ganhou uma edição em vinil pela Vinyl Land (prensado na Inglaterra e com distribuição dentro e fora do país). Sobre REVI:\n"Lê Almeida é um dos segredos mais bem guardados da Baixada Fluminense. Formado em estética lo-fi e criado sob a cultura faça-você-mesmo, como diz uma de suas apresentações, Lê grava em seu quarto-estúdio canções que podem grudar na pele como a marca do primeiro amor. “Revi” compila os 17 minutos mais lúdicos que você irá ouvir em 2009. São oito músicas – três com menos de 1m03s – que vão devorar o seu coração". Scream and Yell\n"O carioca Lê Almeida fez um daqueles rocks pegajosos, que dá vontade de apertar uma tecla "repeat" eterna, se existisse. E nem precisou de muito: fez em seu quarto mesmo, comprovando que lo-fi nem sempre é sinônimo de música de baixa qualidade". Sobre a faixa Nunca Nunca - Rolling Stone Brasil\n"Lê Almeida é um peixinho, nadando a favor da corrente nas águas turbulentas da Baixada Fluminense. Músico, produtor e empreendedor, ele está se desenvolvendo como pode, levando no DNA os genes do “faça você mesmo”. Lê usa. E de forma inusitada, bem lo-fi" Rio Fanzine (O Globo)\nA faixa Nunca Nunca, de REVI, ganhou um videoclipe muito bem produzido pela Inhamis Filmes, que passou a circular com frequência na MTV.\nAinda em 2009, Lê Almeida produziu o tributo à banda norte-americana pioneira no lo-fi Guided By Voices, Don't Stop Now, com 31 bandas de todo o Brasil.\nO ritmo das apresentações foi aumentando em 2010 — Lê passou por Juiz de Fora (Café Muzik), Belo Horizonte (A Obra), Brasilia (Café Balaio), Maceió (Festival Maionese), São Paulo (Livraria da Esquina), Belém (Festival Se Rasgum) e diversas festas pelo Rio, além de palcos consagrados como Circo Voador.\nAlém da carreira solo, Lê vem produzindo alguns discos de outras bandas em que toca, como Sinfo Noise Clube da Coloração Desbotada, Hortelã Intermitente da Tape Rec, Vol.1 da Babe Florida. Algumas produções do Lê junto com Paulo Casaes (sócio na Transfusão e metade do projeto pop-experimental Fujimo) tiveram boa repercussão, ajudando a perpetuar as gravações caseiras e lo-fi tanto no Brasil quanto fora — caso da mineira Top Surprise, com o elogiado EP Everything Must Go.\nMono Maçã, o primeiro albúm cheio, começou a ser gravado em meados de 2009, de forma tranqüila, entre shows e produções de discos alheios. Como prévia do álbum, no final de 2010 saiu o single Transporpirações (com a faixa-título e duas outras canções que não entraram no disco).\n"Lê Almeida toca um contagiante power pop em pequenas explosões de melodias ensopadas de fuzz. A sólida progressão de acordes lembra o Nirvana, mas os vocais são menos punk agressivo e mais indie rock dos anos 90, resultando em músicas que soam como o filho latino americano do Breeders ou a resposta brasileira ao Guided by Voices. Arquive Lê Almeida como "novo favorito" e prepare-se para desgastar o botão do Play" Los Grillos Collective sobre o single Transporpirações.\nEm abril de 2010, o EP Eu eu mesmo e os vários beijos cafeinados, da Coloração Desbotada, lançado originalmente em 2005 como primeiro disco da Transfusão, foi relançado (com várias sobras e demos) em K7 via Pug Records, sendo também o debute do selo irmão sediado em Juiz de Fora e com distribuição fora do pais. Na mesma época a Transfusão ganhou alguma repercussão nacional em meios televisivos como TV Brasil, MTV, SBT e Multishow, e em publicações como Isto É, O Globo, Correio Brasiliense, fww MAG!, Revista Vice e outras.\nTambém co-produzido por Paulo Casaes, Mono Maçã tem 23 faixas e saiu por quatro selos diferentes. A Weepop Records lançou uma versão reduzida com 12 faixas em um CD 3'' na Inglaterra ainda no fim de 2010, e as outras versões foram em CD via Transfusão e Midsummer e em LP 12'' via Vinyl Land \u002F Transfusão \u002F Midsummer\nMono Maçã se mantém firme na trilha lo-fi de REVI, mas desta vez com maior diversidade de timbres e acentos psicodélicos — além de experiências com as baterias, todas registradas no quintal, utilizando um porta-estúdio de 4 canais em fita K7. Todos os instrumentos sob responsabilidade de Lê, enquanto as letras trazem novos temas — como ufologia, morte e álcool —, que somam-se às já típicas histórias de amigos, paixões e bicicletas.\nAinda em 2010 veio o primeiro EP da Babe Florida (coletivo com membros de diversas bandas da Transfusão organizado pelo Lê):\n"Vol.1 é relativamente rápido mas ainda assim deixa uma marca em você. A maioria das canções aqui nem mesmo ultrapassa a marca de um minuto, mas isso não importa porque são tão curtas quanto doces". Cactus-Mouth (EUA)\nO EP também rendeu um videoclipe para a faixa Pé de Amoras, que passou a circular na MTV com seus 1:22 de fragmentos psicodélicos sobre um dia ensolarado de skate. A mesma faixa do clipe também saiu em uma compilação em K7 chamada I Know Why They Call It Pop via Rok Lok Records (EUA).\nEm abril de 2011 saiu a primeira compilação em vinil da Transfusão, chamada Coração Transfusionado e reunindo seis bandas em um disquinho 7'' com arte gráfica por Lê Almeida e pelo brasileiro radicado em Paris Laurindo Feliciano. O disco foi prensado na Inglaterra em uma parceria com a Vinyl Land.\nA partir do mês de abril de 2011, Lê começou a turnê da fase Mono Maçã, passando por São Paulo, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Valença, Cruzeiro e Porto Alegre.\nEm outubro de 2012 saiu o EP Pré Ambulatório, que na sequência, em 2013, ganhou edição em cassete via Lost Sound Tapes em Seattle (EUA) e outra versão em LP 10’’ colorido via Transfusão \u002F Vinyl Land e uma séries de parceiros como Pug Records, Popfuzz Records e Revista Prego entre outros além de um crowdfunding em forma de pré venda.\nDiferentemente do Mono Maçã, Pré Ambulatório possui canções maiores e de estruturas um pouco mais convencionais. Amor, hospital, família, amigos, fraternidade e um bom jeans confortável povoam as paisagens barulhentas do novo disco — cheias de guitarras altas e distorcidas, como de costume.\nGravado e mixado no estúdio Interestellar Lo-fi por Lê Almeida e masterizado por Paulo Casaes .
Guitarras altas e saturadas podem soar deslocadas junto com melodias pop, mas não para o carioca Lê Almeida. Rodando por cidades como Juiz de Fora, São Paulo, Brasília, Cruzeiro, Belém, Maceió, Belo Horizonte e Porto Alegre, entre outras. Lê grava seus discos de modo caseiro e distribui via Transfusão Noise Records, gravadora que fundou no inicio de 2004 e que produz grande parte dos discos e toca em algumas bandas, além de trabalhar com colagens e projetos gráficos em diversas capas.\nA partir do single Fique Bem Com Dropes Halls, de 2007, o músico começou a lançar as primeiras gravações lo-fi creditadas em seu nome (anteriormente usava o nome Coloração Desbotada). Ainda em 2007, Loufailândia foi lançado e muito bem recebido em alguns meios especializados. Foi a partir de Loufailândia que Lê passou a integrar também o cast da Midsummer Madness. No fim de 2007, Lê começou a fazer apresentações ao vivo acompanhado por amigos de outras bandas. Em 2008 saiu o single Querida Deal (com referência a Kim Deal) e aconteceu o primeiro show fora do Rio (Araraquara\u002FSP).\n2009 foi um ano agitado. Em maio saiu o EP REVI, que meses depois ganhou uma edição em vinil pela Vinyl Land (prensado na Inglaterra e com distribuição dentro e fora do país). Sobre REVI:\n"Lê Almeida é um dos segredos mais bem guardados da Baixada Fluminense. Formado em estética lo-fi e criado sob a cultura faça-você-mesmo, como diz uma de suas apresentações, Lê grava em seu quarto-estúdio canções que podem grudar na pele como a marca do primeiro amor. “Revi” compila os 17 minutos mais lúdicos que você irá ouvir em 2009. São oito músicas – três com menos de 1m03s – que vão devorar o seu coração". Scream and Yell\n"O carioca Lê Almeida fez um daqueles rocks pegajosos, que dá vontade de apertar uma tecla "repeat" eterna, se existisse. E nem precisou de muito: fez em seu quarto mesmo, comprovando que lo-fi nem sempre é sinônimo de música de baixa qualidade". Sobre a faixa Nunca Nunca - Rolling Stone Brasil\n"Lê Almeida é um peixinho, nadando a favor da corrente nas águas turbulentas da Baixada Fluminense. Músico, produtor e empreendedor, ele está se desenvolvendo como pode, levando no DNA os genes do “faça você mesmo”. Lê usa. E de forma inusitada, bem lo-fi" Rio Fanzine (O Globo)\nA faixa Nunca Nunca, de REVI, ganhou um videoclipe muito bem produzido pela Inhamis Filmes, que passou a circular com frequência na MTV.\nAinda em 2009, Lê Almeida produziu o tributo à banda norte-americana pioneira no lo-fi Guided By Voices, Don't Stop Now, com 31 bandas de todo o Brasil.\nO ritmo das apresentações foi aumentando em 2010 — Lê passou por Juiz de Fora (Café Muzik), Belo Horizonte (A Obra), Brasilia (Café Balaio), Maceió (Festival Maionese), São Paulo (Livraria da Esquina), Belém (Festival Se Rasgum) e diversas festas pelo Rio, além de palcos consagrados como Circo Voador.\nAlém da carreira solo, Lê vem produzindo alguns discos de outras bandas em que toca, como Sinfo Noise Clube da Coloração Desbotada, Hortelã Intermitente da Tape Rec, Vol.1 da Babe Florida. Algumas produções do Lê junto com Paulo Casaes (sócio na Transfusão e metade do projeto pop-experimental Fujimo) tiveram boa repercussão, ajudando a perpetuar as gravações caseiras e lo-fi tanto no Brasil quanto fora — caso da mineira Top Surprise, com o elogiado EP Everything Must Go.\nMono Maçã, o primeiro albúm cheio, começou a ser gravado em meados de 2009, de forma tranqüila, entre shows e produções de discos alheios. Como prévia do álbum, no final de 2010 saiu o single Transporpirações (com a faixa-título e duas outras canções que não entraram no disco).\n"Lê Almeida toca um contagiante power pop em pequenas explosões de melodias ensopadas de fuzz. A sólida progressão de acordes lembra o Nirvana, mas os vocais são menos punk agressivo e mais indie rock dos anos 90, resultando em músicas que soam como o filho latino americano do Breeders ou a resposta brasileira ao Guided by Voices. Arquive Lê Almeida como "novo favorito" e prepare-se para desgastar o botão do Play" Los Grillos Collective sobre o single Transporpirações.\nEm abril de 2010, o EP Eu eu mesmo e os vários beijos cafeinados, da Coloração Desbotada, lançado originalmente em 2005 como primeiro disco da Transfusão, foi relançado (com várias sobras e demos) em K7 via Pug Records, sendo também o debute do selo irmão sediado em Juiz de Fora e com distribuição fora do pais. Na mesma época a Transfusão ganhou alguma repercussão nacional em meios televisivos como TV Brasil, MTV, SBT e Multishow, e em publicações como Isto É, O Globo, Correio Brasiliense, fww MAG!, Revista Vice e outras.\nTambém co-produzido por Paulo Casaes, Mono Maçã tem 23 faixas e saiu por quatro selos diferentes. A Weepop Records lançou uma versão reduzida com 12 faixas em um CD 3'' na Inglaterra ainda no fim de 2010, e as outras versões foram em CD via Transfusão e Midsummer e em LP 12'' via Vinyl Land \u002F Transfusão \u002F Midsummer\nMono Maçã se mantém firme na trilha lo-fi de REVI, mas desta vez com maior diversidade de timbres e acentos psicodélicos — além de experiências com as baterias, todas registradas no quintal, utilizando um porta-estúdio de 4 canais em fita K7. Todos os instrumentos sob responsabilidade de Lê, enquanto as letras trazem novos temas — como ufologia, morte e álcool —, que somam-se às já típicas histórias de amigos, paixões e bicicletas.\nAinda em 2010 veio o primeiro EP da Babe Florida (coletivo com membros de diversas bandas da Transfusão organizado pelo Lê):\n"Vol.1 é relativamente rápido mas ainda assim deixa uma marca em você. A maioria das canções aqui nem mesmo ultrapassa a marca de um minuto, mas isso não importa porque são tão curtas quanto doces". Cactus-Mouth (EUA)\nO EP também rendeu um videoclipe para a faixa Pé de Amoras, que passou a circular na MTV com seus 1:22 de fragmentos psicodélicos sobre um dia ensolarado de skate. A mesma faixa do clipe também saiu em uma compilação em K7 chamada I Know Why They Call It Pop via Rok Lok Records (EUA).\nEm abril de 2011 saiu a primeira compilação em vinil da Transfusão, chamada Coração Transfusionado e reunindo seis bandas em um disquinho 7'' com arte gráfica por Lê Almeida e pelo brasileiro radicado em Paris Laurindo Feliciano. O disco foi prensado na Inglaterra em uma parceria com a Vinyl Land.\nA partir do mês de abril de 2011, Lê começou a turnê da fase Mono Maçã, passando por São Paulo, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Valença, Cruzeiro e Porto Alegre.\nEm outubro de 2012 saiu o EP Pré Ambulatório, que na sequência, em 2013, ganhou edição em cassete via Lost Sound Tapes em Seattle (EUA) e outra versão em LP 10’’ colorido via Transfusão \u002F Vinyl Land e uma séries de parceiros como Pug Records, Popfuzz Records e Revista Prego entre outros além de um crowdfunding em forma de pré venda.\nDiferentemente do Mono Maçã, Pré Ambulatório possui canções maiores e de estruturas um pouco mais convencionais. Amor, hospital, família, amigos, fraternidade e um bom jeans confortável povoam as paisagens barulhentas do novo disco — cheias de guitarras altas e distorcidas, como de costume.\nGravado e mixado no estúdio Interestellar Lo-fi por Lê Almeida e masterizado por Paulo Casaes .